Atchatchatcha: expressão que traduz extrema satisfação. Uma espécie de superlativo da expressão anterior.
Are Baba: é uma exclamação. Equivale a um “poxa!”, “ô Deus”, “não brinca” “ah, não”.
Auspicioso: algo promissor, próspero, de boa sorte.
Baldi ou Papa: pai.
Bhaya: irmão mais velho.
Baguan Keliê: uma expressão que significa “por Deus!”, “ô meu Deus!”
Bus: significa “basta” e tem um significado bem amplo. Pode ser usada para dizer que não quer mais nada em uma loja ou para pedir que alguém pare de fazer alguma coisa.
Brâmane: nome dado à casta mais alta, pessoas que, segundo os textos sagrados, “vieram da boca do deus Brahma”. O oposto de um Dalit. O sistema de castas já foi até banido por lei na Índia, mas não pelos costumes.
Dalit: é o chamado intocável, uma pessoa impura. Os textos sagrados definem como “a poeira aos pés do deus Brahma”. Os Dalit não podem sequer tocar com sua sombra um integrante das castas.
Divina Laksmi: é o nome próprio de uma deusa que traz prosperidade e beleza para a terra.
Didi: irmã.
Djan, Djan: vá, vá, vamos.
Djan: querido, amado.
Firanghi: vem do inglês “foreign”, que significa estrangeiro. Na mistura de línguas virou Firanghi, que significa estrangeiro ou estrangeira. O inglês é muito usado na Índia já que parte do país foi colônia inglesa até 1947. A palavra Firanghi carrega um sentido pejorativo, já que se refere a quem não valoriza os costumes do país.
Puja para Ganesha: Puja é um tipo de ritual, e Ganesha é a divindade mais popular da Índia. Portanto, Puja para Ganesha significa “ritual para Ganesha”. Na ocasião, são oferecidas comidas como coco, doces, grão de bico e outras iguarias indianas. Além das oferendas, flores, incensos e velas devem enfeitar o ritual.
Rechaçada: Ser rechaçada é pior que ser “encalhada”, a mulher rechaçada não é aceita por nenhum pretendente e é condenada à solidão matrimonial. As mulheres são rechaçadas por razões de ordem moral.
Rupia: a moeda da Índia. Uma rupia divide-se em 100 paisas (como os centavos, no Brasil). A palavra “Rupiah” deriva do inglês “Rupee” ou do sânscrito “Rupya” que significa prata. Na Índia, todas as notas trazem a imagem de Gandhi.
Sári: roupa típica da Índia usada pelas mulheres. Trata-se simplesmente de um pano enrolado no corpo.
Ulu: é a definição de uma pessoa estúpida, burra.
Ulucapatá: o maior de todos os burros; “grande senhor dos burros”, como definem os indianos.
Karwa Chauth: é o dia em que as mulheres casadas fazem jejum para que os deuses concedam vida e longa e prosperidade a seus maridos.
Mamadi ou Mami: mãe.
Manglik: pessoa amaldiçoada para o amor. Isso significa que o primeiro casamento da vida dessa pessoa está condenado ao fracasso, mas nada se sabe quanto ao segundo. Por isso é recomendado que ela se case com um animal ou um vegetal para se livrar de tal maldição. Este ritual de casamento é chamado de Kumbh Vivah.
Namastê: um cumprimento para saudar as pessoas. Significa “o deus que habita em mim saúda o deus que habita em você”.
Tik Tik: sim, sim.
Tik he: tem o significado de “tudo bem”, que é usado até quando se quer concordar com algo.
Tchalô: vamos!
Tuc-Tucs: mais confortáveis que os riquixás, têm sua estrutura sobre uma moto e funcionam da mesma forma, inclusive como táxi.
Mirtes não se agüentou e contou para a Lurdes: - Viram teu marido entrando num motel. A Lurdes abriu a boca e arregalou os olhos. Ficou assim, uma estátua de espanto,durante um minuto, um minuto e meio. Depois pediu detalhes. - Quando? Onde? Com quem? - Ontem. No Discretíssimu's. - Com quem? Com quem? - Isso eu não sei. - Mas como ? Era alta? Magra? Loira? Puxava de uma perna? - Não sei, Lu. - Carlos Alberto me paga. Ah, me paga. Quando o Carlos Alberto chegou em casa a Lurdes anunciou que iria deixá-lo e contou por quê. - Mas que história é essa, Lurdes? Você sabe quem era a mulher que estava comigo no motel. Era você! - Pois é. Maldita hora em que eu aceitei ir. - Discretíssimu's! Toda a cidade ficou sabendo. Ainda bem que não me identificaram. - Pois então? - Pois então, que eu tenho que deixar você. Não vê? É o que todas as minhas amigas esperam que eu faça. Não sou mulher de ser enganada pelo marido e não reagir. - Mas você não foi enganada. Quem estava comigo era você! - Mas elas não sabem disso! - Eu não acredito, Lurdes! Você vai desmanchar nosso casamento por isso? Por uma convenção? - Vou! - Mais tarde, quando a Lurdes estava saindo de casa, com as malas, o Carlos Alberto a interceptou. Estava sombrio: - Acabo de receber um telefonema - disse. - Era o Dico. - O que ele queria? - Fez mil rodeios, mas acabou me contando. Disse que, como meu amigo, tinha que contar. - O quê? - Você foi vista saindo do motel Discretíssimu's ontem, com um homem. - O homem era você! - Eu sei, mas eu não fui identificado. - Você não disse que era você? - O que? Para que os meus amigos pensem que eu vou a motel com a minha própria mulher? - E então? - Desculpe, Lurdes, mas... - Mas o quê??? - Vou ter que te dar uma surra...
(Luiz Fernando Veríssimo)
MORAL DA HISTÓRIA : DEVEMOS CUIDAR APENAS DA NOSSA SAÚDE, POIS DA NOSSA VIDA, TODO MUNDO CUIDA...
- A senhora jura que não vai rir?! - perguntou o paciente. - Claro que não irei! - respondeu exaltada. - Sou uma profissional da saúde. Existe um código de ética em questão! Em mais de 20 anos de profissão nunca ri de nenhum paciente! - Tudo bem, então, disse o paciente. E deixou cair as calças, revelando o menor órgão sexual masculino que ela havia visto na vida. Considerados o comprimento e o diâmetro, não seria maior do que uma bateria AAA. Incapaz de controlar-se, a médica começou a dar risadinhas e não conseguia mais segurar o ataque de riso. Poucos minutos depois ela conseguiu recuperar a compostura. - Sinto muitíssimo, disse ela. Não sei o que aconteceu comigo. Dou minha palavra de honra de médica e de dama que isso nunca mais acontecerá. Agora diga-me, qual é o problema? - Está inchado! - respondeu o cara.
Apesar de todo o profissionalismo a médica foi processada e perdeu o emprego!
O inteligente e o burro estão fazendo uma brincadeira, cujas regras são: cada um faz perguntas ao outro, se o burro não sabe a resposta, ele paga 1 real ao outro; se é o inteligente que não sabe a resposta ele paga 100 reais ao outro, porque ele é mais inteligente, e assim parece justo. O inteligente começa: - O que é que tem quatro patas e mia? - Não sei. Toma 1 real. - O que é que tem 4 patas e late? - Não sei. Toma 1 real. Faz uma pergunta você, pede o inteligente. -Tá bom! O que é que tem oito patas de manhã e quatro de tarde? O inteligente pensa, pensa, pensa, mas depois de uma hora sem achar a resposta, tem que desistir: - Não sei. Toma cem reais. O que é, hein? - Também não sei. Toma um real.
Se para a igreja, a pílula do dia seguinte já é aborto, então, surgem algumas dúvidas: - A masturbação é homicídio prematuro ou premeditado ? - E o boquete? Será canibalismo? - Então, podemos considerar o coito interrompido como abandono de menor? - E o que dizer do preservativo (camisinha)? Por acaso seria homicídio por sufocamento?
A vítima pode ser você. O dicionário de Paulistanês, continua em estudos por falta de algumas letras "S", e "muitas discordância verbal, né, meu!"
Meu - nativo de São Paulo.
Shopis - local onde os meu se encontram para compras e lazer.
Chops - bebida preferida dos meu, com o detalhe que é sempre só uma tulipa. Rara palavra paulistana com "S".
Pastel - o que acompanha o Chops... só que dois - "Um Chops e dois pastel!"
Mina - meu do sexo feminino.
Us cara - aglomerado de meus.
Guia - limite do calçamento dos meu.
Marcelinho - denominação de carioca aceito pelos meu.
Aeroporto - local transcendental onde os meu refletem sobre a existência de letra "S", vendo "us avião subí e decê".
Marginal - avenida de grande porte destinada a engarrafamentos e alagamentos.
Ôrra, Meu! - normalmente, as primeiras palavras dos meu ao nascer.
Num to ti intendeeeiiindo - expressão muito usada pelas mina para indicar que não intendeeeiiinram nada.
Deu pra inteeeiiindê? Deu pra fazê? - não precisa dar nada, a não ser que você seja padeiro descuidado... é só para conferir se você enteeeiiindeu ou fez o que o meu quis falar.
Farol - embora não passe nenhum navio em S.Paulo, tem em toda esquina (mais do que devia).
Ué! - o mesmo que Uai para mineiro "Ué é Uai Ué!"
Pizza - alimento básico de todo sábado (sem catchup e mostarda).
Rodízio - tem de vários tipos, até de carro.
Curíntia - Time de futebol, conhecido no resto do pais como Corinthians.
Minhocão - Não se assuste se o motorista sugerir que quer pegar o Minhocão... é um elevado (tipo Paulo de Frontin).
Ditado dos meu: "A fé remove montanhas mas nós preferimos dinamite."
"OLHA SÓ!" = Palavra utilizada para chamar a atenção para si e também, primeiras palavras que um carioca ouve ao nascer.
"PORRA!" = Não, não é semem, é apenas uma palavra de contestação p/ os merrrmão. É a única palavra em que utilizam o "R" corretamente. "MERRRMÃO" = Nativos do Rio de Janeiro. (Tradução: Meu Irmão)
"MULÉRR" = Merrrmão do sexo feminino.
"AIIIH ou AEEEH" = modo vulgar de chamar a atenção de um Merrrmão qualquer.
"MARRRGINAL" = Bandido mesmo, aquele que mora nos morros e desce os mesmos para fazer a vida no axfalto. "AXFALTO" = Qualquer lugar que não seja no morro.
"ARRAXTÃO" = Normalmente é um tipo de pesca com rede; no carioquês, é outro meio dos merrrmão ganharem a vida.
"CARACA" = Mesmo significado de CARA... só que de uma maneira informal. "VACILÃO" = sujeito honesto, porém que quis andar no centro da cidade sozinho a qualquer hora do dia com dinheiro na carteira.
"BOIOLA" = Homossexual, Merrrmão que gosta de sentir um bafo na nuca.
"BATE-FORRRTE" = Elogio p/ os Merrrmão que fazem um bom serviço, seja de qualquer natureza.
"I, Oh O CARA, AÊ!" = Maneira de dizer que um merrrmão esta fazendo merrrda ou alguma coisa que não agradou.
"QUENTINHA" = É o mesmo que marmitex no paulistanês.
"PÉRA AEH" = Termo que antecede a uma indagação ou termo p/ que os amigos não o deixem p/ trás quando os Merrrmão estão começando o arraxtão.
"PURRRRQUE" = Mesmo que porque, mas no sotaque carioquês.
"IXPADA" = Palavra de auto-afirmação sexual dos merrrmão com tendências duvidosas (BOIOLA). (Traduçao: ESPADA). Palavra muito utilizada pelos Merrrmão.
"MÉDIA" = Não, não é resultado de um cálculo aritmético ou ser puxa-saco do chefe ou patrão, é apenas uma xícara com leite e café.
"PAULIXXXTA" = Pessoa nascida no estado de São Paulo a "Locomotiva que movimenta o país", no sotaque carioquês.
"ELA DEU MOLE" = MULÉ de fácil assédio que normalmente TÁ DE BOBERA. Muito comum no RJ.
"CHEGÔ O MAAACHO!" = Mesmo significado que IXPADA, porém, mais voltado à moda gaúcha. No fundo, é uma camuflagem, é o mesmo que dizer que o BOIOLA está na área.
"TÁ DE BOBERA" = Parado, sem fazer nada, esperando a próxima vítima ou será a própria. Muito comum nos cariocas. É só passar nas praias a qualquer hora do dia para confirmar.
"PARRRDAL ELETRôNICO" = Vulgo radar, nome dado para que os merrrmão não desconfie da utilidade do mesmo, porém, quando descobrem, pisam fundo só para sair na foto.
"JOELHO" = Salgadinho feito com massa, presunto e queijo que os merrrmão comem antes da QUENTINHA na hora do almoço. "LINHA VERRMELHA" = Avenida de grande porte, também destinada a assaltos a veiculos e fuga rápida da polícia para a zona norte.
"LINHA AMARELA" = Mesmo que a Linha Verrmelha, porém dando fuga para a zona oeste. "ELEVADO" = Avenida de grande porte construida em pilares sobre as favelas, hoje, também destinada a assaltos e congestionamentos aéreos.
"AVENIDA BRASIL" = Principal via de acesso ao RJ e também destinada a assaltos. Algumas vezes utilizada como um campo de guerra entre os merrrmão de fora do axfalto e os do axfalto.
"QUEIMARRR A LARRRGADA" = Sair para almoçar (comer a QUENTINHA) antes do horário normal.
No consultório, o paciente pergunta: - Doutor, o senhor acha que eu tenho chances de viver até os 100 anos? - Você fuma? - pergunta o médico. - Nunca fumei e detesto quem fuma. - Bebe? - Detesto bebida e odeio quem gosta. - E a sua alimentação? Como é? - Bom, eu sempre evitei gorduras e não como carne vermelha e nem branca só vegetais. - Você joga, dirige carros em alta velocidade, sai com mulheres e coisas do gênero? - Não, doutor. Não costumo fazer nada disso tenho uma vida regradíssima. O médico fica pensativo, analisando o caso, e alguns momentos depois: - Diz pra mim. Você quer viver até os 100 anos pra quê, CARALHO?!